Pesquisar
Foto: Internet
joia
Meteram fita em uma joalheria, mas a Polícia investigou e a Justiça condenou
EM 6 MESES

Polícia investiga e Justiça condena ladrões de joalheria

Investigação dos tiras da Civil leva à condenação de fuleiros por furto de joias em shopping de Boa Vista

Tiras do 3º DP e do Departamento de Inteligência investigaram e a Justiça condenou acusados de cometerem furto qualificado em uma joalheria dentro de um shopping da ZO da BV City. O crime ocorreu no dia 4 de maio do ano passado. A investigação durou seis meses.

De acordo com o delegado titular do 3º DP, Matheus Fraga, o crime foi praticado durante um fim de semana, do sábado para o domingo. Após o fechamento do shopping, integrantes da quadrilha permaneceram no interior do estabelecimento e durante a madrugada invadiram a joalheria, arrombaram o cofre e subtraíram joias e dinheiro, causando um prejuízo estimado em R$ 550 mil.

As investigações resultaram na identificação de H.M.S.A, de 27 anos, apontado como um dos executores do crime. O trabalho investigativo também permitiu comprovar que o grupo criminoso é oriundo da região Centro-Oeste do Brasil, com atuação em diversos estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, sendo altamente especializado em furtos a joalherias localizadas em shopping centers.

“A dinâmica e a arquitetura dos shoppings, que costumam ser muito semelhantes, favorecem a atuação desse tipo de grupo altamente especializado. Não há integrantes do estado de Roraima, porém, os envolvidos foram identificados e presos em seus estados de origem a partir das investigações realizadas aqui”, explicou o delegado.

Ainda segundo Matheus Fraga, a Polícia Civil apurou que o mesmo grupo pode estar envolvido em outro furto registrado em um shopping localizado no bairro Caçari, em Boa Vista, uma vez que o modus operandi empregado apresenta fortes semelhanças.

“Conseguimos traçar o perfil dos integrantes desse grupo criminoso e verificamos que, embora os executores diretos não sejam os mesmos, o grupo responsável pela organização das ações é o mesmo”, destacou.

O delegado também informou que o grupo é composto por diversas pessoas organizadas de forma estruturada, com divisão clara de funções, incluindo financiadores, organizadores e executores diretos. Até o momento, dois executores diretos foram condenados pela prática do crime de furto qualificado. No caso de H.M.S.A, a Justiça aplicou a pena de quatro anos e três meses de reclusão.

O Poder Judiciário também reconheceu o prejuízo apurado em sede de inquérito policial e determinou o ressarcimento integral dos danos causados à vítima, com base nas provas produzidas durante a investigação da Polícia Civil.

“Em cerca de seis meses tivemos o crime, a investigação e a sentença condenatória, o que demonstra o compromisso da Polícia Civil de Roraima, em conjunto com os demais órgãos de persecução penal, em dar uma resposta rápida e efetiva à sociedade”, concluiu o delegado.

As investigações seguem em andamento com o objetivo de identificar e responsabilizar todos os demais integrantes da organização criminosa.

Publicidade

Veja também:

Velho estupra e vira “noiva”

Postado em 16 de janeiro de 2026

CIPA desarma “carro-bomba”

Postado em 16 de janeiro de 2026

PM arrebenta “boca” e prende maluco

Postado em 16 de janeiro de 2026

Polícia intercepta maconha líquida

Postado em 16 de janeiro de 2026

CMSE anuncia desativação de termelétricas

Postado em 16 de janeiro de 2026

Inep divulga notas do Enem 2025

Postado em 16 de janeiro de 2026