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Foto: Divulgação
Cerimônia de  entrega de itens de segurança para 23 estados e o Distrito Federal. Os bens, que fazem parte do acervo da Força Nacional de Segurança Pública.
Extração ilegal de madeira na terra indígena Pirititi, ao Sul de Roraima
SUL DE RORAIMA

MJ quer Força Nacional na terra Pirititi

Medida atende pedidos de proteção da área habitada por indígenas isolados

O Ministério da Justiça e Segurança Pública autorizou ontem, dia 10, o envio da Força Nacional de Segurança Pública para atuar na Terra Indígena Pirititi, no sul de Roraima. A presença das equipes foi definida em caráter de urgência e terá duração inicial de 90 dias.

A decisão ocorre diante do histórico de invasões, tentativas de ocupação irregular e registros de atividades ilícitas dentro e no entorno da área protegida, como retirada clandestina de madeira, abertura de ramais e avanço de pastagens.

O território é habitado exclusivamente por povos indígenas isolados. Por essa condição, a política indigenista determina restrições rigorosas de acesso e prioridade máxima à prevenção de contatos externos.

Nos últimos anos, operações conduzidas por órgãos ambientais e pelo Ministério Público Federal apontaram a presença recorrente de não indígenas dentro dos limites da terra. Também foram identificados focos de desmatamento e a circulação de maquinário pesado nas bordas da reserva.

Em 2025, a Força Nacional já havia sido deslocada para a região após a identificação de focos de incêndio. A nova autorização amplia a permanência das equipes para dar suporte contínuo às ações de proteção.

A portaria estabelece que o trabalho envolverá patrulhamento, segurança às frentes de fiscalização e apoio no controle de acesso. A atuação ocorrerá de forma integrada com forças de segurança do Estado e com a Polícia Federal.

Localizada em Rorainópolis, a TI Pirititi tem cerca de 40 mil hectares de floresta amazônica. A área está submetida a regime especial de restrição de uso para preservar o território e reduzir riscos sanitários às comunidades, consideradas altamente vulneráveis a doenças.

Os grupos que vivem na região são monitorados desde a década de 1980 e mantêm pouco ou nenhum contato com a sociedade envolvente, preservando modos tradicionais de subsistência baseados em caça, pesca e coleta.

Fonte: Metrópoles.

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