A ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, desencadeada neste sábado (28), deixou ao menos 201 pessoas mortas e 747 feridas. A informação foi reportada por várias agências de notícia, como a árabe Al Jazeera.
Segundo o governo americano, 24 das 31 províncias iranianas foram alvo de ataques. Províncias são organizações territoriais administrativas, equivalentes aos estados aqui no Brasil.
Os ataques dos Estados Unidos e de Israel aconteceram dois dias depois de uma rodada de negociações entre os americanos e os iranianos a respeito dos limites do programa nuclear do Irã. O país alega que a tecnologia nuclear tem fins pacíficos. No entanto, os Estados Unidos e alguns aliados, especialmente Israel, não aceitam o desenvolvimento nuclear iraniano.
Diversos países, entre eles o Brasil, condenaram a ofensiva deste sábado. A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu um cessar-fogo na região. Ao justificar os ataques, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse defender os americanos.
Em retaliação, o Irã atacou países vizinhos que abrigam bases militares americanas. De acordo com o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Hamid Ghanbari, o país tem o direito de se defender.
Regime do terror – O Irã vive sob um regime Teocrático Islâmico. O sistema é marcado por uma estrutura de poder dual, onde instituições religiosas e políticas se sobrepõem. Lá não existe liberdade de expressão ou qualquer outro tipo de manifestação.
A ditadura dos aiatolás pune homossexuais com a morte e as mulheres só servem para reproduzir sexualmente. Extremista religioso, Ali Khamenei é o líder supremo, a autoridade máxima responsável por decisões estratégicas e militares. O irã fomenta o terrorismo por todo o mundo.