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CMSE anuncia desativação de termelétricas em Roraima
EM RORAIMA

CMSE anuncia desativação de termelétricas

Integração ao SIN aumentou a segurança no abastecimento elétrico, possibilitando o início da desativação das usinas em Roraima

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico anunciou nesta quinta-feira (15) o início do processo de desativação das usinas termelétricas que antes forneciam energia à população de Boa Vista e demais localidades de Roraima. A decisão foi tomada durante a primeira reunião do ano do grupo responsável por acompanhar a segurança do sistema elétrico no país.

Roraima era o único estado brasileiro que ainda não estava ligado ao Sistema Interligado Nacional — rede que permite o fluxo de eletricidade de outras regiões do Brasil. Com a recente entrada em operação comercial da linha de transmissão de 500 kV que interliga o estado ao sistema nacional, a energia produzida em outras fontes, como hidrelétricas, agora pode abastecer a população local, reduzindo a dependência das termelétricas.

Segundo o CMSE, a integração ao SIN aumentou a segurança do suprimento elétrico, possibilitando o início da desativação das usinas termelétricas sob responsabilidade da distribuidora local. Entre os principais benefícios esperados estão a redução das emissões de gases de efeito estufa e a diminuição dos custos de geração, que historicamente eram mais elevados no sistema isolado de Roraima.

Embora essa mudança represente um passo importante na transição energética do estado, especialistas mencionam que a dependência de contratos antigos com termelétricas ainda levanta debates sobre os impactos práticos para a população e o setor — especialmente no que diz respeito à infraestrutura local e à redução de tarifas, que ainda não foram totalmente registrados.

O CMSE também tratou, na reunião, de uma situação emergencial no distrito de Bailique, no município de Macapá, onde danos a uma rede elétrica levaram à determinação de geração provisória de até 1 MW por até 180 dias e à exigência de uma solução definitiva para a região nos próximos 60 dias.

A decisão marca um novo capítulo no setor elétrico local, com a perspectiva de maior integração ao restante do país e de um modelo de fornecimento de energia mais moderno e sustentável.

Fonte: Estadão Conteúdo.

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