A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Estela Aranha, devolveu nesta quarta-feira, dia 22, a “novela” que virou o processo de cassação do governador Edilson Damião (União Brasil) e de inelegibilidade do ex-governador Antonio Denarium (Republicanos).
Agora, pela milésima vez, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, poderá colocar de novo a bronca em pauta. A previsão é que a Corte retome o julgamento até a próxima terça-feira, dia 28.
A “Tânia Aranha” devolveu a suruba política oito dias depois de pedir vista. Ela alegou que iria analisar a “nova tese” apresentada pelo colega Nunes Marques, novo presidente eleito do TSE, que em seu voto absolveu o Damião, mas “cortou e aparou a curica” do Dena, impedindo-o de disputar eleições até Jesus Voltar.
Mendonça avisou que vai complementar o seu posicionamento a favor da cassação da chapa no próximo capítulo da “novela”. Por enquanto já foram registrados dois votos a um pela cassação da chapa do Dena, e dois votos a um pela inelegibilidade apenas do ex-governador.
Mas ainda faltam provar da “paçoca” roraimense, os seguintes ministros: Antonio Carlos Ferreira, Floriano Peixoto de Azevedo Marques Neto, Estela Aranha e a “Bento Carneiro” Cármen Lúcia.