O Ministério Público de Roraima (MPRR) acompanhou o andamento das obras de ampliação da Maternidade Nossa Senhora de Nazareth, no bairro São Francisco, em Boa Vista. A visita ocorreu na segunda etapa da reforma, que prevê novas áreas para atendimento e internação.
Durante a visita, o promotor de Justiça Igor Naves, da Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde, percorreu os espaços que estão sendo construídos ou reformados. Entre eles estão salas de parto, blocos de enfermaria, unidades de tratamento intensivo e áreas administrativas.
A visita contou ainda com representantes da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), da direção da maternidade e da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinf).
Obra deve ser concluída em outubro
Segundo as informações apresentadas pelos engenheiros responsáveis, a previsão é que essa etapa da obra seja concluída até outubro deste ano. O cronograma foi apresentado durante a visita, quando também foram registradas imagens das áreas que estão passando pelas intervenções.
Mesmo depois da conclusão da obra, porém, os novos espaços ainda dependerão da instalação dos equipamentos e da disponibilidade de equipes médicas e administrativas para começar a funcionar.
A ampliação atual faz parte de um acordo firmado entre o Governo de Roraima e o MPRR, que prevê outras etapas para melhorar a estrutura de atendimento materno-infantil no estado. De acordo com o promotor Igor Naves, o Ministério Público continuará acompanhando a obra até a entrada dos novos espaços em funcionamento.
Ele também afirmou que o órgão pretende cobrar o cumprimento da última etapa prevista no acordo: a construção de uma nova maternidade em Boa Vista, que ainda não foi iniciada.
“Vamos continuar acompanhando os trabalhos até o final, quando essa etapa entra em operação, além de cobrarmos a execução da última fase do Termo de Ajustamento de Conduta, que é a construção de uma nova maternidade em Boa Vista, o que ainda não foi iniciada”, afirmou o promotor.
O acordo estabelece prazo de dois anos para a conclusão da etapa atual, enquanto a cobrança pela nova maternidade permanece entre os pontos acompanhados pelo Ministério Público.