Pesquisar
Foto: Divulgação
jiu
Projeto de Jiu-Jitsu promove a inclusão social no Amajari, no Norte de Roraima
INCLUSÃO SOCIAL

Projeto de Jiu-Jitsu atende 80 crianças e jovens no Amajari

Instituto atende alunos na Vila Brasil e na região do Trairão; público infantojuvenil aprende a dizer não às drogas, prostituição e exploração sexual

Comprometido com a transformação social por meio do esporte, o policial militar de Roraima, Bandeira Filho, decidiu não apenas enfrentar a bandidagem, mas também trabalhar com a prevenção. Há cinco anos, ele desenvolve projetos comunitários no município do Amajari, no Norte de Roraima, e hoje já conta com mais de 80 alunos atendidos pelo Instituto Jiu-jitsu Maracá.

Bandeira conta que o projeto é voltado para atender a todos, mas principalmente o público infantojuvenil. O objetivo, segundo ele, é evitar que crianças e adolescentes se tornem vítimas de traficantes de drogas e criminosos sexuais.

“Vi no esporte a possibilidade de tirar esses meninos da ociosidade. Hoje, o instituto atende 50 alunos na Vila Brasil e mais 30 na região do Trairão. Além da prática esportiva, eles também aprendem a ter disciplina e respeito. E o que é mais importante: aprendem a dizer não às drogas, à prostituição e outras mazelas sociais. Acredito que trabalhar a prevenção ainda é o melhor caminho”, pontuou.

Mas para realizar o trabalho social, Bandeira disse que o instituto recebe ajuda importante da academia Grace Barra, do mestre Márcio Alves, em Boa Vista, e conta ainda com o apoio do deputado estadual Marcelo Cabral e da 1° Companhia Independente de Polícia Militar de Fronteira (CIPMFron), comandada pela Capitã PM Rosimeri.

As aulas de Jiu-Jitsu acontecem na quadra esportiva da vila Maracá, na região do Trairão, e na escola estadual Ovídio Dias de Souza, na Vila Brasil, sede do município. A previsão, conforme Bandeira, é que novas turmas sejam formadas ainda este ano para atender o púbico infantojuvenil do Tepequém. A proposta é expandir e alcançar o maior número possível de crianças e jovens em situação de risco, de acordo com o policial, que também é professor de Jiu-Jitsu.

“O esporte muda realidades. Nossos alunos melhoram até o rendimento escolar. Eles saem das ruas e se tornam campeões. Já ganhamos várias medalhas. Outra coisa importante: formamos graduados da própria região, que hoje atuam como instrutores para os mais novos. É uma transformação social”, observou.

Ferramenta de transformação

O projeto de Jiu-Jitsu é uma poderosa ferramenta de transformação social e desenvolvimento pessoal. Ele vai muito além do esporte, utilizando o tatame para ensinar disciplina, respeito e autocontrole, além de manter jovens e crianças longe da vulnerabilidade e promover a saúde física e mental.

Entre os principais pilares de impacto, a inclusão social se sobressai porque tira crianças e adolescentes de áreas de risco, oferecendo um ambiente seguro, focado no esporte e na construção de cidadania.

O instituto Jiu-jitsu Maracá também investe em jovens que almejam seguir a carreira pública. Este ano, 25 alunos já se matricularam em um curso preparatório para concursos públicos promovido pela entidade.

Publicidade

Veja também:

CCJuv oferta aulas de violino

Postado em 4 de junho de 2026

Projeto de Jiu-Jitsu atende 80 crianças e jovens no Amajari

Postado em 4 de junho de 2026

TRE-RR promove simpósio sobre democracia

Postado em 4 de junho de 2026

Aluno vai fazer intercâmbio na França

Postado em 4 de junho de 2026

Procon Assembleia orienta torcedores

Postado em 4 de junho de 2026

PF apreende notas falsas na BV City

Postado em 4 de junho de 2026