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Foto: Secom-RR
coletiva
Coletiva de imprensa no Comando da PM
FORÇA-TAREFA

Polícia apresenta suspeito de matar PM

Suspeito foi identificado e preso após investigação e oitivas

A cúpula da segurança pública apresentou anteontem, dia 17, durante coletiva de imprensa, detalhes da prisão do suspeito do homicídio contra um subtenente da PMRR, Nelson Alexandre Ayres Castro, baleado na cabeça, no bairro Jardim Caranã, no sábado passadio, dia 12. A coletiva foi realizada no Comando-Geral da PM.

As investigações foram conduzidas por uma força-tarefa formada pela Sesp (Secretaria de Segurança Pública), PCRR (Polícia Civil de Roraima) e PMRR (Polícia Militar de Roraima).

Participaram da coletiva, a comandante-geral da PMRR, coronel Valdeane Alves; o comandante do CPC (Comando de Policiamento da Capital), coronel Diego Bezerra; a delegada-geral da Polícia Civil, Simone Arruda; o delegado-geral de Homicídios, Luis Fernando; e o chefe de Investigação da DGH (Delegacia-Geral de Homicídios), Aldo Braga.

Segundo Luis Fernando Zucchi, o suspeito foi preso na tarde da quinta-feira, 17, quando retornava para casa. De acordo com a investigação, ele não se escondeu e não resistiu à abordagem.

“Ele chegou a apresentar um suposto empregador, para o qual ele presta serviço, e estaria trabalhando no sábado pela manhã, só que essa pessoa falou que ele não compareceu no sábado pela manhã, inclusive apresentou mensagens mostrando que ele não compareceu no sábado de manhã, que a última vez que o tinha visto foi na sexta-feira no final do expediente”, informou o delegado.

De acordo com a delegada-geral Simone Arruda, inicialmente um suspeito foi identificado no mesmo dia do crime com base nas características das roupas apresentadas pela vítima. Após as averiguações, porém, ficou demonstrado que o primeiro indivíduo não tinha vínculo com o caso. A Polícia deu continuidade às investigações com apoio de informações fornecidas pela população.

“A Polícia conseguiu informação e identificação do indivíduo, imagens analisadas que possibilitou ao delegado representar pela prisão temporária durante o plantão. Hoje, cumprimos o mandado, mas o trabalho continua com outras diligências para deixar o caso bem definido, com autoria, materialidade e motivação”, complementou.

Após descartar a participação do primeiro suspeito, por não haver indícios de envolvimento, a DGH deu continuidade às investigações e chegou a uma nova linha de apuração. “Agora estamos nesta fase final, o delegado está continuando a investigação e acreditamos que nos próximos dias o inquérito já estará devidamente concluído”, explicou.

Polícia militar também atua

De acordo com a comandante-geral da PMRR, coronel Valdeane Oliveira, o Núcleo de Assistência Social da Polícia Militar acompanha a família do policial e presta apoio conforme as necessidades apresentadas.

“Além do apoio emocional, estamos também prestando todas as informações que a polícia tem desde o momento que o crime aconteceu, estamos também colocando todas as nossas equipes de serviço, equipe de inteligência até o dia de hoje na captura desse cidadão, com as informações em conjunto com a Polícia Civil, para chegar a esse desfecho e realmente colocar esse cidadão preso para que ele possa realmente pagar pelo crime que ele cometeu”, disse.

Trajetória profissional

O subtenente possuía mais de 20 anos de carreira e passou por diversas unidades da corporação, com atuação na Capital e interior. Ele exercia a função de subtenente e trabalhava no serviço de guarda. O policial foi internado no HGR, mas não resistiu.

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